Com estudantes que eram dos mais variados movimentos e com esutdantes independentes foi criado o Movimento Refazendo no congresso da União Estadual dos Estudantes do Rio de Janeiro - UEE/RJ, onde o Refazendo, como ficou conhecido, saiu com chapa propria: nem ficando do lado de quem reproduz o mais do mesmo apagado e inerte que afasta o estudante do movimento estudantil e nem do lado dos contra-tudo-e-contra-todos. Após a UEE o Refazendo foi ganhando forma. Com reuniões abertas em todas suas istancias, plenarias e um debate horizontal e de base o Refazendo se tornou sensação e em pouco tempo se configurou como uma das principais forças de Movimento Estudantil carioca. Participou do congresso da União Nacional dos Estudantes com imensa força e debate, construindo a Diretoria de Direitos Humanos, que viria no futuro a se tornar referencia na UNE por ter organizado o 1º seminario de Direitos Humanos da UNE na UERJ, com a presença de mais de 500 pessoas. No movimento estudantil secundarista, o Refazendo participou da construção da União Estadual dos Estudantes Secundaristas UEES/RJ, consiguido colocar em sua pauta suas principais reivindicações como a luta contra a coleira eletronica do governador Cabral, contra a interferencia do Cabral nos gremios e contra o monopolio das carterinhas estudantis da UNE e da UBES. Assumiu a Secretaria Geral da entidade e mais dois cargos no corpo, construindo um trabalho forte nas regiões de niteroi, onde construiram a União Niteroiense de Estudantes Secundarista UNES com outros agrupamentos, São Gonçalo e na Baixada Fluminense, onde é referencia em Movimento Estudantil Secundarista. Particpou também do congresso da União Brasileira dos Estudantes Secundaristas UBES, com muito debate e uma bancada qualificada, consiguindo inclusive fazer contato com bancadas de outros estados.
Hoje o Movimento Refazendo é um grupo sólido, com estudantes com as mais variadas opiniões e dos mais variados locais, que se organizam e debatem o rumo do movimento estudantil carioca e do Brasil.